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Quinta-feira, 13 de Maio de 2010

Capitulo 17 - Ultimo (Parte III- ultima)

-Taylor Swift, acorda! Temos de ir. – Chamou a minha mãe.

-Oh mãe, porra, tem calma! São 7 da manhã.

-Eu estou calma, mas temos de estar no aeroporto daqui por 15 minutos.

-Ok, ok! Estou de pé! – Disse, levantando-me. – Mais ou menos!

-Anda lá despacha-te. – Berrou o meu pai!

-Ok, ok!

Vesti-me, tomei o pequeno-almoço e fui para o aeroporto.

-O que é que raio é que vocês estão aqui a fazer? – Perguntei a Taylor, Demi, Nikki e Selena. Enquanto os meus pais tinham ido tratar do check-in.

-Hmm… - Disse Demi.

-Nós viemos aqui para… - Começou por dizer Nikki.

-Para nos despedirmos de ti! – Completou Selena.

-Oh, não era preciso!

-Claro que era! – Disse Taylor.

Abracei todos e elas foram embora, porque tinham aulas nesse dia.

-Restamos nós… - Comentou Taylor.

-Ainda não tinha reparado! – Ironizei.

-Os teus pais não voltam?

-De onde? Espanha? Não sei…

-Não, do check-in!

-Ah, não sei… A fila estava enorme!

-E que tal aproveitarmos?

-Taylor, isto está cheio de gente. – Disse encostando-me a uma parede.

-E nós nunca mais nos vamos ver… - Disse-me, aproximando-se.

Toquei os seus lábios, na nossa eterna despedida, enquanto que ele encostava a sua testa à minha. Respirei fundo, interiorizando que aquela seria a última vez, que não havia volta a dar! Que o tinha de ser, tinha muita força! Voltei a beija-lo, desta vez apaixonadamente. Sem medos...

-Filha temos de ir! – Disse a minha mãe.

Descolei os meus lábios dos dele e sussurrei:

- Amo-te.

-Também te amo, mais do que tudo na vida e nunca me vou esquecer de ti, acredita! – Disse-me.

Beijou-me pela ultima vez, enquanto que uma lágrima me escorria pela cara, e que levemente, se apagou no nosso beijo. Soltei-me dele e andei para a minha mãe, não conseguindo não olhar para traz.

Entrei dentro do avião e acabei com a minha vida, para começar uma nova… Apenas com as memórias infinitas, as minhas memórias Americanas.

7 Anos depois.

Vivi durante 3 anos em Espanha, onde estudei – pela primeira vez - numa escola normal. Aprendi rapidamente a língua e adaptei-me, minimamente, bem aos meus colegas. Gostava deles e fiz amigos, mas nunca me esqueci de Demi, de Nikki e de Sel… Nem de Taylor. A minha vida lá era muito, mas mesmo muito mais extravagante, eu que sempre pensei que nós na América batíamos mal dos miolos. Em Madrid ia a festas todos os fins-de-semana, conheci pessoas que – neste momento – são famosas mundialmente e tornei-me adepta de uma coisa que nunca tinha percebido – futebol. No fim disso tudo tive uma irmã, à qual eu dei o nome de Demi, porque é que será?

Passados esses três anos vim para Londres onde estou, neste momento… A estudar.

Vidinha deprimente, eu sei! Mas é o que se arranja! Ainda hoje recordo cada momento, cada beijo dele, cada riso da Demi, cada piada de Nikki e cada parvoíce de Sel. Não que eu não goste da vida aqui, adoro! Assim, como adorava Barcelona. Acho-me mais Europeia que Americana, neste momento… É só que deixei tudo lá – as pessoas, principalmente, mas também a musica. Musica essa que me faz lembrar de tudo e que me dói!

Uf, já chega de memórias! Vou tomar o pequeno-almoço ao café, hábito que mantinha desde há 5 anos, todos os Domingos.

-Olá Mr. Gerrard!  -Disse, entrando no pequeno salão de chá, com ar antiquado.

-Olá menina Swift. É o costume?

-Sim, como sempre!

-Muito bem!

-Empregado novo?

-Sim, veio há um mês do Tennessee.

-A sério? Óptimo.

 Tennessee, a terrinha que eu tinha abandonado, ai que isto agora dói mesmo! L

-Olá. Bom dia! – Disse-me, o tal empregado, quando me veio servir, sorrindo. Eu conheço aquele sorriso, eu conheço aquela voz, aquele tom de pele… Fazia-me lembrar o Taylor.

-Bom dia!

Depois de tomar o chá e comer a torrada fui pagar.

-Quando estava a ir embora lembrei-me de perguntar ao tal empregado.

-Chama-se Taylor?

-Sim…

-Taylor Lautner?

-Sim… Taylor? És tu?

Sorri, com o maior sorriso de todos.

-Sim.

Abracei-o fortemente, quase a chorar. Andava muito sensível. Ele saiu do serviço passados uns 5 minutos e fomos dar um passeio pela cidade.

-Sabes uma coisa? – Perguntou-me.

-Não…

-Eu nunca te esqueci, podes-me chamar o que quiseres mas é verdade.

Não perdi tempo e beijei-o, já tinha perdido tempo que chegue em toda a minha, deprimente vida.

-queres namorar comigo, outra vez? – Perguntou-me.

-Sete anos depois… Sim! – Beijei-o, ele beijou-me e somos felizes! Até ao resto da nossa vida – Ou não!

 

 

Fim

estou: bem

Terça-feira, 4 de Maio de 2010

Capitulo 17 - Ultimo (Parte ||)

Ainda vai ter mais um (ou duas) parte! Espero que gostem, eu demorei seculos a escrever e está um bocado estranho!! Mas aqui esta...:

 

 

 

Desci, calmamente as escadas, quando cheguei ao rés-do-chão reparei que apenas estavam lá algumas raparigas da escola, e que ainda continuavam a aparecer pessoas.

-Demi, quem é que vem? – Sussurrei-lhe.

-Praticamente toda a gente… Tirando a Emily, e mais umas pessoas…

-Óptimo. – Sorri.

Fui cumprimentando e falando um pouco com toda a gente, era a parte mais seca, sem dúvida. Falava mais do que me divertia, não que eu o conseguisse fazer… Mas nem me deixavam tentar.

Passados segundos começou uma música calma, chegava a ser… romântica? Sim, talvez romântica. Não me apetecia nada este tipo de… Coisas? Sim, talvez “coisas” fosse a palavra mais apropriada.

-Danças comigo? – Perguntou-me ele ao ouvido. Será que ele agora não descolava?

Se o seu objectivo era me magoar, me prejudicar, me MATAR, muito bem, ele estava a consegui-lo. Muito bem até.

-Não quero falar contigo… Não quero estar contigo… Não quero olhar para a tua cara! – Disse, olhando-o fixamente. – Quando é que percebes isso?

Sai dali rapidamente, pela portada das traseiras, que davam acesso à piscina e ao jardim. Vaguei durante breves momentos, tirei os sapatos e acabei por me sentar na beira da piscina. Olhei o céu, sonhei com cada estrela e apercebi-me que ia ter saudades daquele céu, daquelas estrelas… Daquela noite. Senti outra lágrima no meu rosto e limpei-a – de novo – mas desta vez com um sorriso, um sorriso irónico? Feliz? De dor? Triste?

-Eu sei que não me queres ver, eu sei que fiz muita porcaria, mas… - Ouvi-o dizer, a uns metros. Virei-me e observei-o.

Estava com umas calças de ganga largas – mas não muito caídas -, uma t-shirt preta com formas abstractas brancas, um casaco de cabedal e umas sapatinhas da Adidas pretas. Estava…. “Hot” – Tal como diria Demi.

-Tens razão… - Disse-lhe.

-Mas, eu sei que tu sentes alguma coisa por mim, eu sei que sim! – Disse, enquanto eu me levantava. – Eu sinto isso.

-É verdade, eu sinto coisas por ti: Sinto raiva; Sinto nojo; Sinto repulsa… - Protestei, sem ter a mínima certeza daquilo que dizia.

“Sinto amor, sinto paixão, sinto desejo, …” – continuei em pensamentos.

-Ok, desculpa o que te fiz… Eu sei que foi…

- Foi porco, foi inadmissível, foi horroroso, foi doloroso, foi… Foi a pior coisa que me aconteceu. – Completei. – Será que isso chega para eu sentir o que sinto por ti?

-Desculpa… - Disse, cabisbaixo, aproximando-se – lentamente.

-Sabes, isso não é um tipo de coisa que se desculpe de um dia para o outro, não é aquela cena que passados 5 segundo já te esqueces-te por completo… São sentimentos! São coisas que as pessoas têm e que podem magoar muito, mesmo muito!

-Eu sei… Lamento o que fiz, não sei onde tinha a cabeça!

-Nem eu sei onde a tinhas!

-Desculpa, a sério. – Disse, aproximando-se e passando-me a mão, suavemente, pela face esquerda.

Não consegui resistir, não consegui conter-me, eu tinha de… Eu tinha de beija-lo. E foi isso que eu fiz. Aproximei-me do seu rosto lentamente e passei os meus lábios pelos dele, lenta e calmamente. Senti a sua mão quente na minha nuca enquanto ele se aproximava, cada vez mais e mais, até que as nossas bocas se tocaram novamente, desta vez num beijo fugaz, apaixonado… Vivo!

Depois do beijo… O sorriso, vi-o sorrir-me e não consegui não lhe responder ao sorriso.

-És linda, sabias? – Comentou, ainda a sorrir.

- Não, por acaso não sabia.

-Oh… Vamos para a piscina? – Perguntou-me deslocando-se para lá.

-Se quiseres vai tu, eu não posso!

-Porquê?

-Acredita em mim, se eu estrago o vestido a Demi ainda tem um ataque.

Ele riu-se, simplesmente.

-Estás preocupada com isso?

- Um bocadinho…

-Oh, anda lá… - Implorou, vindo até mim e pegando-me.

-Taylor, põe-me no chão! Taylor! – Gritei.

Quando chegamos à beira da piscina ele saltou, comigo ao colo.

-Ok, é desta que a Demi me mata! – Resmunguei, tentando sair.

-Já que a Demi te vai matar e vai, porque não ficar aqui dentro comigo?

-Hmm… Ok – Disse, voltando para a beira dele.

- Cool! – Disse, com um sorriso… perverso.

Aproximou-se mais de mim e agarrou-me a cintura, beijando-me, mais uma vez. Estes beijos eram tão diferentes, tão diferentes dos outros. Estes eram quentes, eram apaixonados, eram especiais, eram como um primeiro ou um último beijo, eram… Eram nossos, pertenciam-nos, apenas.

- Amo-te – Segredou-me.

-Também te amo. – Respondi-lhe.

Tirei-lhe o casaco enquanto ele me encostava à beira da piscina, beijando-me. Olhou-me nos olhos e somente pronunciou:

-Esta noite é nossa.

Sorri e voltei a beija-lo. Tirei-lhe a camisola e ele desapertou o fecho ao meu vestido lentamente, sem descolarmos as nossas bocas, que se continuavam a movimentar lentamente. Tal como os nossos corpos quentes, que se tocavam sem parar e que nos aqueciam mutuamente na noite gelada que se fazia sentir. Largou os meus lábios e moveu os seus até ao pescoço, em pequenos beijos suaves mas ardentes. Retirou-me, por completo, o vestido e eu desapertei-lhe calmamente as calças, entre beijos, entre toques. Entre nós, entre dois corpos, unidos num só.

------------------------------------------------------------------------------

-Gostas-te? – Perguntou-me.

-Isso interessa? – “Respondi” – Mas se queres mesmo saber… Sim, adorei, foi a melhor noite da minha vida.

Ele sorriu e beijou-me.

-E tu?

-Acho que não tenho melhores palavras para descrever que tu.

- Agora tenho de me ir vestir… - Informei-o

-Queres ajuda?

-Muito engraçadinho, mas não! E tu, o que vais vestir?

-Eh… Não sei. A Demi tem sacador?

-Ya! Claro!

-Então eu seco a roupa!

-Ok, olha, eu vou para cima!

-Ok

Tomei um duche, vesti um mini vestido preto da Demi, arranjei minimamente o cabelo e voltei para baixo. Quando lá cheguei, Taylor já lá estava, mais molhado que seco, mas estava lá.

O ambiente era impressionante, -quase - todos dançavam ao ritmo de uma música calma, que era o que me apetecia fazer naquele momento.

-Agora, danças comigo? – Perguntou-me.

-Sim. – Sorri.

Agarrei-o pelos ombros e ele agarrou-me a cintura, enquanto dançávamos lentamente e completamente abraçados.

- Pensei que fosses mais pé de chumbo! – Constatei.

- Obrigado pela parte que me toca…

- De nada! – Rimo-nos.

-Hmm… Posso perguntar-te uma coisa? – Perguntou-me, parando de se mover.

-Diz…

-Foi a tua primeira vez? – Perguntou-me.

- Sim, foi – respondi -, porquê?

- Não sei, só queria que isto fosse tão especial para ti como foi para mim… Mais nada!

-Foi, foi muito especial! – Disse, dando-lhe um beijo de seguida.

- Taylor Maria, o que venha a ser isto? – Perguntou-me Demi, um pouco enervada. – O teu vestido?

-Está lá em cima… molhado!

-Porquê?

-Sabes, Demi, a tua piscina tem água! – Comentou Taylor.

-Obrigado, Taylor, ainda não tinha reparado! Mas, o que é que vocês estiveram a fazer na piscina?

Olhei Taylor e ele olhou-me.

-Nós… - Comecei por dizer.

-Vocês não… Não, pois não? Opah, eu mudei a água da piscina hoje!

- Desculpa! – Dissemos os dois a rirmo-nos.

- Não teve piada! – Resmungou. – Ok, teve um bocado, mas…

- Ok, não faz mal Demz! Eu ajudo-te, amanhã, a limpar a piscina! – Prometi.

Senti o pequeno bolso do vestido a vibrar, a minha mãe estava-me a ligar.

- Vou só lá fora atender, aqui está muito barulho.

-Ok.

Desloquei-me até ao recinto exterior e atendi a chamada.

-‘Tou, mãe!

- Filha, tenho uma novidade… - Ouvi do outro lado da linha.

- Diz!

- Nós vamos ter de ir já amanhã para Espanha, o teu pai tem de tratar lá de coisas urgentes, e nos temos de ir com ele.

- O quê?

- Desculpa, filha, a sério… Mas tem de ser.

-Ok, tudo bem!

-Até já!

-Até já!

Desliguei o telefone e recompus-me.

- Novidades? – Perguntou Taylor.

- Amanhã já tenho de ir embora… - Disse, soluçando.

-Ou, tudo bem… Tinhas de ir e tinhas, por isso… Não te preocupes.

-Obrigada! – Disse, abraçando-o.

 

 

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